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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Chevrolet Bel Air 1940

O Bel Air é um automóvel que foi produzido em série de 1953 a 1975 pela Chevrolet, uma divisão da General Motors. De 1950 a 1952, os Chevrolets de luxo eram chamados de Bel Air, porém essa não era uma série distinta de automóveis. O Bel Air continuou em produção no Canadá com o modelo de 1981.

Em 1953 a Chevrolet renenomeou seus carros e o nome Bel Air foi dado a um modelo de nível superior. Também surgiram duas séries inferiores, a 150 e a 210. Em 1955, os Chevrolets ganharam a opção de motor v8.
Em 1955, o Chevrolet foi re-estilizado, e ganhou o apelido de "The Hot One". Os Bel Airs vinham com acessórios encontrados em modelos de menor categoria, mais interior encarpetado, diversos cromados, e calotas estilizadas. O modelo era diferenciado também pelo nome escrito em letras douradas.
Os modelos de 55, 56, e principalmente de 57, são os carros americanos mais relembrados; os exemplos bem mantidos (especialmente coupés e conversíveis) são muito procurados por entusiastas. Espaçosos, eficientes, e com belos acabamentos cromados e cauda, eles são vistos como muito mais belos e superiores que os carros que frequentarão Detroit pelos próximos anos.
De 1955–57, a produção do station wagon duas-portas Nomad foi atribuída à série Bel Air, mesmo que seus formato e guarnições fossem exclusivos do modelo. Prioridade para se tornar um modelo de produção regular, o Nomad apareceu primeiramente baseado na concepção do Corvette 1954. Mais recentemente, foram revelados dois carros conceitos com o nome Nomad em 1999.

Para 1958, os modelos da Chevrolet foram redesenhados para serem mais largos, compridos e pesados do que os anteriores de 1957. Novamente, o Bel Air permaneceu como um Chevrolet tope de linha, seguido pelo rebatizado Biscayne (originalmente o 210) e o Delray (150.) O design da Chevrolet nesse ano foi melhor que o de outras divisões da GM como a Pontiac, Oldsmobil, Buick e Cadillac, que abusaram de cromados. Complementando o design dianteiro do carro, foram inseridos uma grade larga e faróis quadrados; a cauda recebeu seções aerodinâmicas em ambos lados, que abrigaram lanternas duplas traseiras.
O Bel Air também ganhou uma nova versão em 1958 (como jogada de marketing), o Impala, disponível apenas como coupé e conversível na sua introdução. O estilo do Impala seguiu as linha básicas de outros Chevrolets com detalhes próprios.

Em 1959, a Chevrolet elevou o Impala para o status de tope de linha, fazendo o Bel Air um modelo mediano. O Biscayne substituiu o declinante Delray como o último modelo caro de alto padrão da Chevrolet.
À partir de 1960, Bel Airs e Biscaynes podiam ser facilmente reconhecidos pelo uso de lanterna traseiras duplas em cada lado; os Impalas tinham três lanternas traseiras por lado. Também, o Bel Air possuía mais detalhes cromados no interior e exterior que o Biscayne. Muito dos acessórios e opções disponíveis no Impala também se encontravam no Bel Air.

No final dos anos 60 (com a introdução do Caprice), os Bel Airs e Biscaynes ficaram estacionados nos pátios das fábricas, e foram sendo vendidos para frotas automotivas. Contudo, o Bel Air continuou disponível para clientes que o procuravam.
Quando o Biscayne saiu de linha após 1972, o Bel Air foi reduzido a um modelo de baixo padrão. Os últimos Bel Airs foram produzidos em 1975.
A Chevrolet Canadense continuou com o Bel Air de baixo preço através do modelo de 1981.

Fonte:Wikipedia

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Fiat Palio 2012 Prévia

Com 15 anos nas costas e três reestilizações ao longo de sua história, o Fiat Palio, enfim, chegou a segunda geração. Renovado de uma ponta a outra, o compacto estréia nas concessionárias da marca neste sábado com preço inicial de R$ 30.990 na versão Attractive 1.0. E essa é apenas a primeira das seis versões do novo carro.

O modelo conta ainda com as opções de acabamento Essence e Sporting, com motor 1.6 em versões com câmbio manual ou automatizado Dualogic. Há ainda a série Attractive, a série de entrada, na configuração com bloco 1.4. Todas as séries têm quatro portas.

Segundo o catálogo da Fiat, o novo Palio Attractive 1.0 já vem equipado com itens, como direção hidráulica e computador de bordo. Com motor 1.4, a mesma série incorpora trio elétrico, faróis de neblina e porta-óculos. Recursos como ar-condicionado e jogo de rodas aro 15” (a original é 14”) são opcionais nessa versão.

O Palio intermediário, o Essence, traz de fábrica ar-condicionado, detalhes cromados, banco do motorista com regulagem de altura e rodas aro 15”. Como opcional, a Fiat oferece a esse modelo airbags frontais e laterais e freios ABS. A versão com câmbio Dualogic ainda conta com controlador eletrônico de velocidade de cruzeiro (Cruise control).

Por fim, a série top de linha Sporting chega com uma lista de itens composta pelo kit aerodinâmico com saias laterais e aerofólio traseiro, rodas aro 16”, faróis biparábola e o acabamento diferenciado para a cabine, com teor esportivo.

Tabela de preços do novo Fiat Palio:

Palio Attractive 1.0 – R$ 30.990
Palio Attractive 1.4 – R$ 34.290
Palio Essence 1.6 – R$ 37.990
Palio Essence 1.6 Dualogic – R$ 40.490
Palio Sporting 1.6 – R$ 39.990
Palio Sporting Dualogic – R$ 42.490

Fonte:IG Carros

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Lamborghini Countach

O Lamborghini Countach foi um superesportivo produzido pela Lamborghini na Itália. O primeiro protótipo surgiu em 1971, e a produção durou até 1990. Não foi o primeiro carro de linhas angulosas e formato de cunha, mas certamente foi um dos que ajudaram a popularizar o conceito, presente em muitos outros supercarros desde então. Também popularizou a idéia de se "empurrar" o habitáculo dos passageiros para frente, a fim de acomodar um motor maior.
Naquela época, batizar os modelos da marca com o nome de touros consagrados, já era tradição da marca e o Countach não foge à regra.
Em 2004 o carro foi listado como o número três na lista Top Sports Cars of the 1970s da revista Sports Car International, e décimo na lista Top Sports Cars of the 1980s.

O Countach foi prjetado por Marcello Gandini, do estúdio Bertone, o mesmo estúdio que desenhou o Lamborghini Miura. O corpo do Countach era largo e baixo, mas não muito longo. O desenho era caracterizado pelo perfil angular da carroceria e pelas linhas retas que acentuavan-se em agulosamente, as formas que predominvam na carroceria eram trapezoidais. As portas, que abriam para cima e à frente tornaram-se marcas registradas da marca e foram usadas em modelos posteriores. O desenho era bastante futurista e até hoje não é visto da mesma forma como os demais esportivos daquela época, sendo considerado um carro muito bonito.

As rodas traseiras eram tracionadadas pelo tradicional motor Lamborghini V12 montado na longitudinal e centralmente. Para a distribuição melhor do peso, o motor é realmente invertido, onde o eixo de saída está na parte dianteira, e a caixa de engrenagens é na frente do motor, e o eixo cardã trasmite a potência para o diferencial traseiro. Embora de planejado originalmente como um motor de 5 litros (5.000cc), os primeiros carros da produção usavam o motor de 4 litros do Lamborghini Miura. Avanços posteriores aumentaram o deslocamento para 5 litros e 5.2 litros no modelo ("Quattrovalvole") com quatro válvulas por cilindro. Os Lamborghini Countach eram equipados com seis carburadores Weber até a chegada do modelo 5000QV, numa versão para o mercado norte-americana, que usava a central Bosch K-Jetronic de injeção do combustível. O modelo europeu, entretanto, continuou usando os carburadores até a chegada do Lamborghini Diablo, que substituiu o Countach.

Um único protótipo foi construído, o LP500 (o número 500 refere-se ao deslocamento do motor que que se pretendia usar). O amarelo brilhante pintado do sunflower, inicialmente era um carro-conceito que foi exibido no Salão de Genebra em 1971. Os pequenos dutos de entrada da ar nos para-lamas traseiros do carro provaram ser irnsuficientes refrigerar o motor, e do "as colheres grandes da caixa ar" foram adicionadas nessa posição. Duto de NACA s grande foi adicionado nos lados dá o ar adicional. O carro experimental foi construído também do favo de mel de alumínio que sheeting entre outras coisas, que foi deixado cair para a produção.
O carro já não sobrevive; foi sacrificado em um teste do ruído elétrico para ganhar o tipo europeu - aprovaçã0, mesmo que seu método da construção fosse veículos totalmente desiguais da produção.

Não do já do carro de O sobrevive; o teste do em um do sacrificado do foi faz o europeu ganhar do tipo de parágrafos o do elétrico do ruído - aprovaçã0, produção do da dos desiguais do totalmente dos veículos do fosse do construção do da do método do seu do que do mesmo. --> Muitas pessoa como os olhares ddestes modelo original sobretudo os variants de Countach, e certamente ele limpos, frescos é simples, com linhas lisas e poucas decorações. Mesmo os emblemas no "lamborghini simplesmente lido" da parte traseira e em "Countach", com nenhuma deslocamento do motor ou desordem do arranjo da válvula como é encontrado em uns carros mais modernos.

Em 1985 o motor foi novamente melhorado, suavizado e levado a 5.2 litros, recebendo 4 válvulas por cilindro ('quattrovalvole" em italiano). Os carburadores foram então deslocados do lado para o topo do motor para melhorar a aspiração de ar - infortunadamente isto criou uma saliência no compartimento do motor que reduziu a já pouca visibilidade traseira, para quase nada. Algumas peças da carroceria foram substituídas por Kevlar. Em versões posteriores, os carburadores foram substituídos por injeção de combustível. Pela primeira vez, um modelo atendendo as especificações USA. foi produzido, com mudanças do design de modo a permitir aos parachoques atender às determinações federais USA (grandes e volumosos, o que para muita gente arruinou as linhas elegantes do veículo). Ainda que esta fosse a alteração mais visível exteriormente, a mudança mais proeminente sob o capô foi o uso do sistema K-Jetronic da Bosch, que, utilizando injeção de combustível veio substituir os seis carburadores Weber usados no modelo europeu.
No mesmo ano, o motor foi melhorado outra vez, furado e afagado a 5.2  litros e dado quatro válvulas por o cilindro ( do quattrovalvole do no italiano). Carburador o s foi movido dos lados para o alto do motor para respirar melhor - infelizmente este criou um hump na plataforma do motor, reduzindo a visibilidade traseira já pobre a quase nada. Alguns painéis do corpo foram substituídos também por Kevlar. Em umas versões mais atrasadas do motor, os carburadores foram substituídos com o fuel-injection.
Para a primeira vez, um modelo da especificação dos E.U. foi produzido pela fábrica, com denominar mudanças para permitir que os amortecedores encontrem-se com os amortecedores federais dos padrões dos E.U. (grandes, volumosos foram usados que, a muitos povos, arruinaram as linhas lisas do carro). Embora esta mudança fosse a mais notável no exterior, a mudança a mais proeminente sob a capa era o uso Bosch da injeção do combustível de K-Jetronic, melhor que os seis carburadores de Weber usados nas Euro-especs. modelam.

Fonte:Wikipedia

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Mini Cooper Twini

O Mini é um modelo compacto produzido pela British Motor Corporation (BMC). Também é uma montadora de veículos. Lançado em 1959, o Mini virou o carro mais popular da Inglaterra e de toda Grã-Bretanha. O Mini pode ser considerado como o Volkswagen Fusca britânico. As vendas do Mini foram estimuladas pela Crise Petrolífera, pois era extremamente econômico, numa época em que o preço da gasolina estava nas alturas. O Mini é o 3º carro (0KM) mais barato do mundo até hoje (custava US$ 11.777), perdendo apenas para o Volkswagen Fusca (em 2º, com US$ 11.333) e para o Ford Model T (em 1º, com US$ 850).

O Mini Cooper ficou famoso e conhecido por aparecer na série humorística Mr. Bean, sendo o automóvel do protagonista homônimo.

Fonte:wikipedia

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Hyundai Pony

O Hyundai Pony (Hangul:현대 포니) era um automóvel de pequeno porte produzido pela Hyundai Motor Company de 1975 até 1988 (1990 na Coréia do Sul).

A Hyundai queria desenvolver seu próprio carro, para isso, contrataram Turnbull George, antigo diretor da British Leyland com sua experiência com o Morris Marina. O design do Pony foi feito por Giorgetto Giugiaro.

O Pony foi apresentado no Turim Motor Show em outubro de 1974 e introduzido no mercado em dezembro de 1975 na versão sedan de 4 portas. Em 1976 o Pony começou a ser exportado para o Equador. Em 1978 para a Europa, começando pela Bélgica e pelos Países Baixos. Mais tarde, o Pony começou a ser exportado para a Grécia. Uma versão Caminhonete foi adicionada em maio de 1976, depois em abril de 1977 foi lançado o tipo Caminhoneta e Hatchback de 3 portas em março de 1980. O Pony podia ser encontrado com motores 1.2 L Mitsubishi 4G36 , 1.4 L Mitsubishi 4G33 e 1.6 L Mitsubishi 4G32 , todos com 4 cilindros em linha.


Fonte:Wikipedia

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Chevrolet Impala

O Chevrolet Impala é um sedã de porte grande da Chevrolet.

O Impala foi lançado em 1958, como a configuração de acabamento Top de linha da Chevrolet, rebaixando o acabamento Bel Air à posição intermediária de acabamento. O Belair, por sua vez, era o nome da versão Hard Top Coupe (falso conversível) dos Chevrolets fabricados de 1950 até 1952. Em 1953, tornou-se o nome da versão de acabamento Top de Linha da Chevrolet, que ainda contava com o 1-50 e o 2-10, respectivamente, a entrada e intermediária. Com o lançamento do Impala, em 1958, a Chevrolet extinguiu os modelos 2-10 e 1-50, criando o Biscayne e o Impala. Com isto, o Belair tornou-se o acabamento intermediário, enquanto o Biscayne era o modelo de entrada. Eles apenas se diferenciavam por detalhes, tais quais frisos, motorização, pintura e emblemas, mas a carroceria era a mesma - exceção ao Conversível, que era apenas o Impala. Havia, outrossim, o modelo Del Ray disponível para a linha 1958.

O Impala de 1964 se caracteriza pelo design sóbrio e foi o último dos clássicos do modelo lançado em 1958. O sedã, que mais se assemelha a uma imensa banheira, entrou na década de 1960 como o automóvel mais vendido dos EUA e em 1965 bateu o recorde da indústria automobilística americana, com um milhão de unidades vendidas. Entre 1960 e 1969, vendeu 7,8 milhões de unidades, mas perdeu espaço para carros menores, que visavam competir com os menos extravagantes europeus. O sucesso do modelo tornou-o um dos reis da miniatura.
O Impala foi substituído como top de linha pelo Caprice, mas continou em produção até 1974, como modelo intermediário dentre os os Chevrolets grandes.

Fonte:wikipedia

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Citroen DS

O ano de 1955 assistiu à introdução do DS, que foi o primeiro modelo a introduzir o agora famoso sistema de Suspensão hidropneumática que foi testado na suspensão traseira dos últimos modelos Traction. O DS foi o primeiro carro produzido em série com Travões de disco.
O DS apresentava direção assistida, sistema de travagem melhorado e suspensão hidropneumática. A partir de 1968 incluía também faróis direcionais, accionados por meio de um dispositivo hidráulico (os atuais modelos como o Citroën C4 e C5 vêm equipados com este sistema, atualmente digital, mas ainda um grande trunfo tecnológico da marca). Foi utilizado um sistema de alta pressão para ativar uns pistões localizados na caixa de velocidades utilizados para alternar entre as mudanças e funcionar a embraiagem na chamada "Citromatic", a versão da Citroën para uma caixa de velocidades semi-automática.
Este sistema hidráulico de alta pressão iria formar o básico de muitos Citroëns, incluindo o SM, GS, CX, BX, XM, Xantia e C5. A Maseratti beneficiou desse sistema em vários modelos: embraiagem hidráulica (Bora), travões (Bora, Merak), e o protótipo Quattroporte II , que não era mais do que um Citroën SM de quatro lugares por debaixo da pele.
A partir do ano de 2009, para celebrar os 90 anos da marca, a Citroën ressurge com a nova linha DS, com os modelos DS3 DS4 e DS5, a mesma ainda pretende fazer um crossover e um sedã da nova linha DS.

Fonte:wikipedia

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Dodge Challenger 1970

O Challenger é um modelo desportivo de duas portas de tamanho médio da Dodge. A sua produção iniciou-se em 1970. Partilhando a sua plataforma (E-Body) com o Plymouth Barracuda o Dodge Challenger impressionou pela sua vasta gama de motorizações. A versão R/T (Road/Track) dispunha de motores, todos eles V8 desde o de 335cv, o de 375cv, com um carburador de quatro corpos, Magnum 440 e o topo de linha 426 Hemi V8 de 425cv. A Dodge ainda construiu a versão T/A (Trans Am), a qual era vendida quase idêntica à que a Dodge competia no campeonato Trans Am.
Em 1971 o Challenger foi reestilizado, tendo também devido às leis de emissão de gases, ter reduzido a sua potência. 1972 foi um mau ano para o Challenger, tendo a Dodge acabado com a versão conversível e a R/T. A versão mais potente do Challenger oferecia agora modestos 240cv. Em substituição do R/T a Dodge lançou a versão Rally, com parcos 150cv.
Em 1974 o Challenger desapareceu, deixando saudades por todos os entusiastas deste modelo da Dogde.
Em 2006 a Dodge construiu um carro conceito denominado challenger Concept, que trouxe de volta o Challenger equipado de um motor Hemi V8 de 425cv. Sucesso de vendas nos Estados Unidos. O carro é importado também ao Brasil
Em 1971 o Dodge Challenger participou do filme Vanishing Point sendo o "getaway car" (carro de fuga) do filme.

Fonte:wikipedia

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Fiat 147

O Fiat 147 foi um modelo de automóvel produzido pela Fiat do Brasil entre 1976 e 1986 baseado no 127 italiano.

Primeiro carro produzido pela Fiat do Brasil que abria sua fábrica em Betim (MG), o 147 trazia novo conceito em tecnologia, aproveitamento de espaço e em tempos de crise do petróleo atendia um mercado que exigia um carro economico, e para provar esse aspecto num de seus comerciais de lançamento, a Fiat exibiu um 147 L atravessando a ponte Rio-Niterói (14km) com apenas 1 L de gasolina. Foi oferecido primeiramente na versão L e GL de motor 1050 e 55cv, posteriormente ganhou versões mais requintadas com motor 1300 61cv; A GlS e o esportivo "Rallye", houve tambem uma série especial chamada "TOP". Em seus quinze anos de produção o Fiat 147 passou por duas reestilizações, sem grandes mudanças na carroceria. Na primeira reestilização ganhou uma frente mais baixa com faróis e grade inclinados, no estilo que a marca chamou "Europa" em 1980 e, mais tarde, em 1983, a segunda que foi chamada Spazio, incorporando para-choques de plástico envolventes no estilo alusivo a modelos contemporâneos da marca como o Fiat Ritmo e o lançamento do ano seguinte Fiat Uno. O Spazio foi oferecido nas versões CL, CLS e o esportivo TR substituindo o "147 Rallye", tinha cambio opcional de 5 marchas.
Teve uma versão picape lançada em 1978, a princípio chamada de Fiat 147 Pick-up. Em 1982, ganhou plataforma igual a da Panorama e passou a se chamar Fiat Fiorino. Na mesma época, foi lançado a versão furgão, que é produzido até hoje, na plataforma do Uno. A perua Fiat Panorama, foi lançada em 1980 e a versão sedã, Fiat Oggi, em 1983. Essas versões tiveram vida curta (apenas até 1986). A versão Hatchback do 147 saiu de linha no Brasil em 1986 sendo substituida pelo Uno, embora o Spazio continuasse sendo montado para exportação até 1993, e o ferramental de produção foi em parte transferido para a Argentina, onde foi montado até 1996. As versões pick-up e furgão (Fiorino) foram substituídos pela plataforma do Fiat Uno em 1988.
Foi eleito pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1978.
Na época seu unico concorrente era o VW Fusca que, tinha um desempenho e consumo inferiores. Porém a mecanica sofisticada do 147 na época demandava mais conhecimentos técnicos para sua manutenção, como a troca mais frequente da correia de distribuição (40.000 Km), acarretando sua "má fama" devido a inobservanicia dos proprietários a esses aspectos. Seu cambio foi criticado por apresentar maior dificuldade para encontrar as marchas em suas primeiras versões, problema que foi em parte solucionado pela Fiat a partir dos modelos de 1984. Porta-malas = 352 litros.

Fonte:wikipedia

domingo, 27 de novembro de 2011

Ford Model T

Em 1 outubro de 1908, a Ford lança no mercado dos Estados Unidos, o seu Modelo T, um veículo confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e principalmente barato.
Qualquer um era capaz de dirigi-lo ou consertá-lo, sem precisar de motorista ou mecânico. Como diríamos hoje em dia, numa expressão atualmente em voga, era um produto user-friendly(amigo do usuário).
A fabricação desse modelo ganharia notável incremento a partir de 1913, quando Henry Ford, inspirado nos processos produtivos dos revólveres Colt e das máquinas de costura Singer, implanta a linha de montagem e a produção em série, revolucionando a indústria automobilística. O T era o primeiro carro projetado para a manufatura,
Pode-se afirmar com segurança que a indústria automobilística começou a partir deste momento, pois, até então, fabricado artesanalmente, o automóvel ainda era visto com desconfiança pelos americanos. Não passava de um brinquedo barulhento, perigoso e caro.
Com estas inovações, em vez de um operário ficar responsável pela produção de todas as etapas de um carro, várias pessoas ficavam responsáveis pela produção de etapas distintas de vários carros. Henry Ford criou um engenhoso sistema de esteira, que movimentava o carro em produção em frente aos operários, para que cada um executasse a sua etapa. Isto aumentou em muito a produtividade, pois um carro ficava pronto a cada minuto.
Em conseqüência, o custo de cada unidade caiu em relação aos concorrentes existentes no mercado. E a queda de preço foi constante: em 1908, ano de seu lançamento, a unidade custava US$ 850;; em 1927, último ano de sua fabricação, o preço havia despencado para US$ 290.
Por estas razões, o T conquistou o público americano e de outros países. Em 1914 é iniciada sua fabricação na Argentina. Em 1917, é lançado o caminhão Modelo TT. Em 1919, a Ford se torna o primeiro fabricante de automóveis no Brasil, com a produção do carro e do caminhão dessa linha. Em 1920, mais da metade dos veículos que circulavam ao redor do mundo eram modelos T e podiam ser vistos até em países distantes como Turquia e Etiópia.

Estrutura
Era totalmente de madeira. Colunas, chassi, assoalho, longarinas, laterais, tudo era coberto com chapas de aço. O carro era alto o bastante para transpor com facilidade as precárias estradas da época.

Pintura
Até 1914, o T foi fabricado em uma série de cores de acordo com a preferência dos consumidores. Em 1915, para cortar custos, o T passou a ser produzido exclusivamente na cor preta, situação que perdurou até 1926. Desta época, ficou célebre uma das muitas controvertidas frases de Henry Ford: "O carro é disponível em qualquer cor, contanto que seja preto.". O objetivo de Henry Ford era um carro que qualquer um pudesse comprar, o seu preço era baixo, fator que aumentou a demanda. Enquanto isso, no departamento de pintura da Ford não havia lugar para a secagem de tantos automóveis fabricados, a solução foi adotar a cor preta por possuir uma secagem mais rápida.

Bancos
Os bancos estofados forrados de veludo, não tinham regulagem alguma. Há versões com forrações mais simples (tecido, couro) que se adequavam às varias carroçarias que a linha T possuia (picapes, camionetes, cupês e sedãs).

Direção e painel
Primeiro carro da Ford com volante no lado esquerdo. Era considerado leve em relação a outros modelos. Como no câmbio, a redução se fazia por meio de uma engrenagem elicoidais, No painel, amperímetro e hodômetro

Câmbio
Em vez de uma caixa tradicional com engrenagens cilíndricas que eram ruidosas e se desgastavam, o T adotava engrenagens epicicloidais (como as das transmissões automáticas), em que suas duas marchas para a frente e uma à ré eram selecionadas por meio de pedais. Porém, para funcionar, o freio de mão deveria estar na posição correta.

Acelerador: o bigode
Ainda não era um pedal, mas uma alavanca junto ao volante, que formava par com outra, para ajustar o avanço de ignição. As duas alavancas, opostas, formavam a figura de um bigode, o que levou o T a ser chamado, no Brasil, de Ford de Bigode. Quando o nome pegou, os modelos fabricados no Brasil passaram a mostrar, no ornamento do capô, a figura de um bigode, abaixo do logotipo da Ford, como se vê.

Motor
Considerado muito resistente, com 2.900 cm3 de cilindrada e 17 cv. de potência. Velocidade máxima: 55 km/h.

Freios
Freios a tambor acionados por varão, apenas nas rodas traseiras, pois à época acreditavam os engenheiros mecânicos que freios nas rodas dianteiras fariam o carro capotar.

Tanque de combustível
Ficava sob o assento do passageiro da frente. Era preciso retirar o assento para abastecer.

Opcionais
Exceto em alguns períodos e para alguns modelos, faróis e buzinas eram oferecidos como opcionais, mediante pagamento adicional. O farol auxiliar do motorista, elétrico, com controle interno, muito útil numa época de má iluminação pública, sempre foi oferecido como opcional.
Fonte:wikipedia

sábado, 26 de novembro de 2011

Ford Del Rey

Del Rey foi um sedan de luxo da Ford lançado no início dos anos 80 e descontinuado dez anos depois, tendo sido substituido pelo Versailles. E um sedan grande, com 3 volumes bem definidos, opçao de 2 ou 4 portas e motor bem econômico, e sendo ate hoje um dos melhores carros ja produzidos pela Ford. O modelo era derivado do Corcel e na sua linha havia ainda a Belina e a picape Pampa, este último produzido até 1997.
De 1981 até 1984 foi disponibilizado nas versões Del Rey "Prata" e "Ouro", de duas e quatro portas, disponível também na versão station wagon. A partir de 1985 houve uma remodelagem estética e evolução mecânica, com o propulsor passando a ser denominado CHT. As versões passaram a ser denominadas como L, GL, GLX e Ghia (sendo a L e a Ghia com opção de duas ou quatro portas), e L, GLX e Ghia para a Belina (esta denominada Del Rey Scala). A partir de 1989 (já modelo 1990), com a criação da Autolatina, o propulsor CHT 1.6 foi substituido por um AP 1.8 da Volkswagen acompanhado da caixa de marchas com cinco marchas e reforço na suspensão, o que não otimizou muita coisa seu desempenho

A Ford tinha um grande problema a enfrentar no final dos anos 70. Como chegar a nova década com seus velhos e defasados carros com projetos oriundos da américa sem continuar a perder vendas para os modelos mais modernos dos concorrentes? Como o mercado estava em crise, não podiam investir pesado em um novo modelo, opção tomada na década de 70 quando trouxeram o Ford Maverick do mercado americano, opção revelada errada mais tarde, pois o projeto inicial era trazer o Ford Taunus. A solução foi apelar para a criação de um novo modelo, porém com uma plataforma existente no mercado nacional. As opções eram a criação de um carro com base no Maverick 4 portas, aumentando seu espaço traseiro que era o maior problema do modelo, ou criar um produto com base na plataforma do Corcel II, lançado 2 anos antes.

O Ford Del Rey debutou no final do ano de 1981, já como modelo 1982 e podia ser encontrado nas versões Prata e Ouro. Era um carro de acabamento refinado, e que lembrava seu irmão mais velho o Ford Corcel em construção, mas ao mesmo tempo remetia ao bom e velho Galaxie Landau. A versão mais completa vinha de série com itens que não eram comuns mesmo nos carros da sua categoria, como rodas de liga leve, vidros elétricos, travas elétricas nas portas, retrovisores com comando interno, bancos em veludo, farois de neblina, relógio digital localizado no espelho retrovisor central, entre outras coisas. O modelo recebeu cambio automático sensorizado como opcional em 1983, e em 1984 recebeu o motor CHT, uma revisão do antigo motor 1.6 de origem Renault que equipava o Corcel GT, e que foi revisado para equipar o recém chegado Ford Escort. O motor fez muito bem ao modelo que apesar de econômico, padecia nas acelerações e retomadas, sendo criticado pelos proprietários, e perdendo sempre nos comparativos com os concorrentes, na época, Chevrolet Opala, Volkswagen Santana e depois de 1985 na fase II o Chevrolet Monza.

Em 1985 a Ford fez algumas mudanças no modelo, que permaneceria praticamente intacto até o final da sua vida em meados de 1991. O já cansado sedan ganhou nova frente, semelhante a do Ford Corcel, com “grade aerodinâmica” e um spoiler que servia de moldura para os farois de neblina.O modelo passou a contar com outras denominações. Saia de linha o Prata e Ouro e entravam o GL como básico, GLX como intermediário e o Ghia como versão top de linha. Se ganhou em algumas coisas, perdeu o requinte das rodas de liga leve. Pelo menos o aro aumentou para 14 e foi o primeiro carro nacional não esportivo a utilizar perfil 60. O modelo 1987 trouxe os retrovisores elétricos e a volta da opção de rodas de liga-leve. Com a saida de linha do Ford Corcel no ano anterior, a Ford criou a versão L, de acabamento bem mais simples, para ocupar a lacuna entre o Escort e o Del Rey. Em 1988 o modelo não teve mudanças relevantes.

Fonte:wikipedia

Volkswagen Kombi

A Kombi é um automóvel utilitário produzido pela Volkswagen. É considerada a precursora das vans de passageiros e carga.
Sua construção robusta monobloco (sem chassi), suspensão independente com barras de torção, além da exótica posição do motorista no carro (sobre o eixo dianteiro e com uma coluna de direção praticamente horizontal), o tornam um veículo simples e robusto, de baixo custo de manutenção. Sua motorização é um caso a parte: embora os modelos mais recentes possuam motores mais modernos, durante 50 anos o motor que equipou o veículo no Brasil foi o tradicional "boxer" refrigerado a ar, simples e muito resistente. Tal durabilidade geralmente superava em muito a do resto do carro, sendo comum nas ruas brasileiras ver carros totalmente destroçados, porém com o motor rodando perfeitamente. A despeito disso, a Kombi é um carro que, se usado dentro das especificações padrão, pode durar um longo período.

O nome Kombi vem do alemão Kombinationsfahrzeug que quer dizer "veículo combinado" (ou "veículo multi-uso", em uma tradução mais livre). O conceito por trás da Kombi surgiu no final dos anos 1940, idéia do importador holandês Ben Pon, que anotou em sua agenda desenhos de um tipo de veículo inédito até então, baseando-se em uma perua feita sobre o chassi do Fusca. Os primeiros protótipos tinham aerodinâmica terrível, porém retrabalhos na Faculdade Técnica de Braunschweig deram ao carro, apesar de sua forma pouco convencional, uma aerodinâmica melhor que a dos protótipos iniciais com frente reta. Testes então se sucederam com a nova carroceria montada diretamente sobre a plataforma do Fusca, porém, devido a fragilidade do carro resultante, uma nova base foi desenhada para o utilitário, baseada no conceito de chassi monobloco. Finalmente, após três anos passados desde o primeiro desenho, o carro ganhava as ruas em 8 de março de 1950.
O grupo Brasmotor passou a montar o carro no Brasil em 1953 e a partir do dia 2 de setembro de 1957 sua fabricação - o que faz do veículo o primeiro Volkswagen fabricado no Brasil, e o que esta há mais tempo em produção. O Brasil é o único lugar no mundo onde o modelo ainda é produzido.
Em 2006 este veículo (modelo T2 Microbus) foi protagonista do filme Little Miss Sunshine, sendo que o filme praticamente inteiro roda-se com cenas neste veículo.

Fonte:wikipedia


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Porsche 911

O Porsche 911 (pronuncia-se "nove-um-um" ou "novecentos e onze") é um carro desportivo produzido pela Porsche AG de Stuttgart, Alemanha. O carro está em constante evolução desde seu lançamento em 1963 (Salão de Frankfurt, como Porsche 901), tendo sua produção se iniciado no ano seguinte com a denominação definitiva 911, mantida até o presente. Mecanicamente ele se destaca por ter motor traseiro e até o modelo 993, em 1998, refrigeração a ar. Na realidade, apenas a versão Turbo da família 993 continuou com o motor arrefecido a ar por mais um ano, depois que, em meados de 1997, na chamada família 996, o motor de aspiração natural das demais versões foi substituído por outro com arrefecimento a líquido, mantida a arquitetura 6-cilindros boxer.
Desde o seu lançamento, o 911 tem sido modificado, tanto por equipes particulares quanto pela fábrica em si, seja para rallye, corrida ou para qualquer outro tipo de competição automotiva. É muitas vezes lembrado como um dos carros de competição de maior sucesso, especialmente quando se trata de alguma de suas variações, como o poderoso 935.
Em uma votação para eleger o carro mais importante do século XX, o 911 chegou em quinto, atrás do Ford Modelo T, do Mini, do Citroën DS e do Volkswagen Fusca. Foi contudo eleito "O Desportivo do séc. XX"

Por se tratar de uma companhia pequena na época, a Porsche levou bem a sério o desenvolvimento do sucessor de sua principal (e única) linha de automóveis, sabendo que um fracasso poderia acabar com a empresa. Assim, entre 1959 e 1961 vários modelos foram produzidos. O modelo 695 T-7, de 1961, se mostrou o mais promissor deles – produto dos esforços de Ferdinand Alexander "Butzi" Porsche e Erwin Komenda (este já não tão envolvido quanto na época do 356). Inclusive, conta-se que a escolha da fábrica de carrocerias Reutter foi, principalmente, para evitar conflitos entre Butzi e Komenda.
Inicialmente planejado como uma linha adicional, por pouco ele não foi direcionado ao nicho de mercado ocupado pelos sedãs Mercedes. Com entre-eixos 100 mm mais longo do que o 356, o 695 era praticamente um quatro lugares, com um motor planejado de seis cilindros, mesma estrutura monobloco do 356 e a carroceria básica do que viria a ser o 911 – porém com a parte traseira muito diferente (o carro era, basicamente, um sedã, ficando entre a configuração 2+2 e quatro lugares). Os motores testados foram os do 356 Carrera 2 (Type 587/1) e o mais complexo Type 745, um seis cilindros de 2,0 L, um pouco diferente do motor "901" desenvolvido posteriormente.

Fonte:wikipedia

volkswagen TL 1970

A linha Volkswagen 1600/TL/Variant foi, juntamente com o Fusca e a Kombi, a base da presença da Volkswagen no mercado brasileiro até a chegada do Passat, em 1974. Todos eram equipados com motores traseiros refrigerados a ar e mesma plataforma mecânica do Fusca.

Derivado dos Typ 3 alemães (mais especificamente de um protótipo da matriz que não entrou em produção), o Brasil viu em dezembro de 1968 a estreia do VW 1600, um carro de três volumes e quatro portas, com um motor a ar de 1600 cc, instalado na traseira.
Acomodava quatro passageiros e os levava até cerca de 135 km/h. A dianteira, única no mundo, possuía faróis retangulares até 1970, quando foram substituídos por dois faróis redondos de cada lado.
A fábrica sustentava o marketing na beleza do carro que aparentemente só ela via, e o carro teve sucesso limitado, sendo popular apenas entre os taxistas. Suas formas retangulares lhe renderam o curioso apelido de "Zé do Caixão", talvez por sua semelhança com um esquife, ou talvez por parecer uma criação do famoso cineasta. Outro curioso apelido, este mais conhecido no sul do país, era "saboneteira". Embora sendo um apelido menos agressivo que o de "Zé do Caixão", também não contribuiu para que o pequeno carrinho caísse nas graças do povo. Ele saiu de linha em 1971.

Fonte:wikipedia

Porche 550 Spyder

O Porsche 550 foi um carro esporte produzido pela Porsche durante os anos 1950.
Inspirada pelos pequenos modelos Spyder que surgiam no cenário das corridas da época (particularmente por um pequeno Porsche 356 Spyder desenvolvido por Walter Glöckler em 1951), a fábrica decidiu construir um carro semelhante, seu primeiro projeto dedicado especificamente a competições.
O 550 ficou conhecido como Spyder ou RS, e deu a Porsche sua primeira vitória geral em uma cometição de grande porte, a Targa Florio de 1956.
Seu sucessor de 1957 e diante, o Porsche 718, foi ainda mais bem sucedido, pontuando na Fórmula 1 até 1963.

Lançado em 1952 no Paris Motor Show, o 550 possuía dois lugares, carroceria aberta de alumínio, cobrindo um chassis tubular com motorização central, e motor de 1,5 litros, refrigerado à ar boxer, tudo isso em apenas 550 kg.
Embora dois carros tenham sido produzidos com um motor OHV Volkswagen modificado, o motor "Type 547" da Porsche (desenhado por Dr. Ernst Fuhrmann) foi o padrão para todos os 550s. O motor Fuhrmann era muito avançado para sua época, com quatro comando de válvulas, todos acionados via uma Königswelle pelo virabrequim, ajudando a desenvolver os 110 bhp do carro (muita potência para um carro tão leve). Com o motor que o equipava, o 550 era capaz de desenvolver tanto quanto - e em muitos casos melhor do que - carros Ferrari e Jaguar com motores maiores. O particularmente raro 356 Carrera foi o único modelo standard da Porsche a mais tarde utilizar este motor.
Embora a Porsche já viesse competindo com o 356 por muitos anos, o 550 se diferenciava por ser o primeiro modelo da fábrica desenhado para este propósito. A fábrica promoveu o 550 com muito êxito no circuito internacional, valendo-se principalmente do sucesso nas 24 horas de Le Mans de 1954, onde ele venceu em sua categoria.
Mais tarde naquele ano a Porsche começou a produção de uma série de carros para o consumidor final, construindo 90 unidades antes de substituir co carro pela versão 550A em 1956.
O 550A apresentava várias melhorias sobre o modelo original, incluindo um chassis reforçado, a última versão do motor Fuhrmann, combinado com uma transmissão de cinco velocidades, e uma suspensão traseira multi-link, com sobresterçamento reduzido e melhor manejo.

Fonte:wikipedia

Peugeot 205

O 205 é um modelo de automóvel de porte pequeno da Peugeot, porém é um carro muito completo e de ótima dirigibilidade, e com um motor muito forte para sua época. Este automóvel foi produzido entre 1983 e 1996. E foi provavelmente um dos veículos hatchback mais representativos dos anos 80. Foi eleito o carro da década pela revista Car Magazine em 1990.
Era mais utilizado como carro para rali, por ter uma suspensão independente nas quatro rodas, coisa que carros da época não tinham. O modelo mais rápido do 205 era o 2.0 16v Turbo, que atingia de 0-100 km/h em apenas 4.3 segundos.
Varias peças de seu projeto foram usadas no peugeot 106 restyling (reestilizado) pecas como motor, cambio, sistema de freios, e suspensão traseira forma usadas no "primo" menor.

Fonte:wikipedia


Chevrolet Camaro 1966

A chamada 1st Generation tem como caracteristicas: - ano de 1967 - produção total de 220.906 carros - ano de 1968 - produção total de 235.147 carros - ano de 1969 - produção total de 243.085 carros Estes veiculos permitem em seus VIN (Vehicle Identification Numbers)uma forma de identificar os motores 6 cilindros (em linha) dos V8; em seu terceiro caracter, o numero "3" indica que é 6 cilindros, ao passo que o numero "4" indica ser um V8.
A década de 1970 não foi proveitosa para o Camaro: a subida do preço do petróleo fez o consumidor optar por veículos que consumiam menos. Medidas antipoluição fizeram acabar com os grandes V8 e em 1972 o fim da produção do SS e em 1973 o surgimento do Camaro LT privilegiando mais o luxo e o conforto e menos a potência, dando lugar inclusive aos motores 6 cilindros em linha, menos potentes e mais econômicos. A crise faz outra "vítima" em 74, terminando com o Z28. Em 11 de Maio de 1978, o Camaro de número 2 saiu da fábrica de Van Nuys, Califórnia. E no ano de 1982, entra em campo, uma nova versão do camaro chamada IROC-Z ( internacional racing of champions) essa versão foi atè 1990 quando acabou a produção, a terceira geração do Camaro, com a maiores modificações estéticas após 12 anos. Com seu design quase futurista é escolhido pela terceira vez como Pace Car oficial das 500 milhas de Indianápolis 500.
Motor: 3.6L V6 12V O motor V6 atual é bem desenvolvido tecnologicamente, produzindo cerca de 300 HP, potência que era observada nos antigos V8 antes utilizados pela GM, tanto no Camaro como em outros esportivos da marca.

Fonte:wikipedia

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Ford Versailles Royale

A Versailles Royale é uma perua de porte grande derivada do Versailles, produzida entre 1992 e 1996. Foi criada na época da Autolatina, união entre Ford e Volkswagen do Brasil que durou de 1987 a 1995, e que previa intercâmbios de tecnologias e até modelos inteiros. Foi o caso da Royale, que na verdade era uma Volkswagen Quantum com detalhes retrabalhados para integrar-se à gama Ford, mas sem deixar a estrutura da então marca-parceira. Na verdade, tanto a Royale como o Versailles eram produzidos na fábrica da Volkswagen.
A associação tinha como estratégia lançar as versões de duas e quatro portas uma para cada marca, evitando assim o chamado canibalismo interno de vendas. A ideia era deixar a carroceria duas-portas para a Royale simbolizando homenagem à sua antecessora, Belina, que vendeu bem com essa configuração por todo o seu ciclo de vida. Mas os diferentes costumes da década de 1990 fizeram a Royale amargar vendas sempre menores que às da "irmã original" da VW, fato que na verdade se repetiu com todos os modelos de tecnologia híbrida entre as duas fabricantes.
Alguns anos depois, a Royale chegou a receber uma leve re-estilização seguindo sua variação sedã, e finalmente recebeu também a opção das quatro portas. Estas leves mudanças tinham o objetivo de integrá-los um pouco mais à linha Ford que então começava a adotar novos padrões na Europa, mas também coincidiram com os momentos finais da Autolatina. Isso levou ao fim da produção do modelo depois de cinco anos em linha, para ser substituída indiretamente pela Ford Mondeo Wagon.


Fonte:wikipedia

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Chevrolet Caravan 79

A Caravan é uma perua de porte grande derivada do Chevrolet Opala, eleita pela Revista Autoesporte o Carro do Ano de 1976.
A General Motors, através da sua filial Alemã Opel, fabricava o veículo que deu origem tanto ao Opala quanto à Caravan, que era o Opel Rekord C, fabricado de 1967 a 1971 com versões de duas portas, quatro portas, station wagon (chamada Caravan) e também uma rara versão descapotável. A versão do exterior se diferenciava da brasileira por, entre outros motivos, ter cinco portas, enquanto a Caravan brasileira tinha três.
Em 19 de novembro de 1968 foi lançado no Brasil o Chevrolet Opala, com motores de 4 cilindros, de 2.500 cm³, e de 6 cilindros, de 3.800 cm³, esse mais tarde trocado pelo de 4.100 cm³. Desde seu lançamento a Chevrolet já pensava em lançar a perua Opala, conhecida por Caravan, mas o projeto ficou engavetado porque a empresa havia se concentrado no Chevette.
Entretanto, no final de 1974 a Caravan foi apresentada com as mudanças impostas na família Opala, e com dois motores, o de 4 cilindros (2.500) e o lendário 6 cilindros (4.100). Em 1978 a Caravan ganhou a versão SS, com os motores de 4 ou 6 cilindros.
Em 1986 a Chevrolet lançou a versão Diplomata da Caravan, esta produzida com o interior igual ao do Opala Diplomata. Cogitou-se ainda a versão 4 portas da Caravan, que nunca foi produzida em série pela Chevrolet, mas, em São Paulo, a indústria de cabines duplas Sulam, em conjunto com a Concessionária Guaporé, desenvolveu a Caravan 4 portas, porém poucas unidades foram montadas. Nessa época, a Caravan concorria diretamente com a Volkswagen Santana Quantum.

Fonte:wikipedia

Ford Maverick

O Maverick foi um automóvel criado pela Ford dos Estados Unidos que obteve grande sucesso em seu país de origem. Também foi fabricado no Brasil entre 1973 e 1979, onde foi lançado com enfoque comercial bem diferente do americano e, apesar de não ter obtido sucesso em vendas, tornou-se lendário e hoje é cultuado por pessoas de várias idades.
Ao fim dos anos 60, ainda antes da crise do petróleo da década seguinte, a Ford norte-americana buscava um veículo compacto, barato e econômico --- pelo menos para os padrões do país --- que pudesse fazer frente à crescente concorrência dos carros europeus e japoneses. O modelo compacto que a fábrica tinha até então, o Falcon, não era tão compacto assim e já estava obsoleto, ainda mais depois que a própria fábrica lançou o moderno e bem-sucedido Mustang em 1964, o qual inaugurou a era dos Pony Cars (Compactos), na contramão dos carros enormes e cheios de frisos que dominaram o mercado Norte-Americano nas décadas de 50-60.
No dia 17 de abril de 1969 o Maverick foi lançado por US$ 1.995, com 15 cores disponíveis e motores de 2,8 e 3,3 litros, ambos de seis cilindros. Apenas dois anos mais tarde, em 1971, foi lançado o famoso propulsor V8 de 302 Polegadas Cúbicas para o Maverick. Este motor já equipava algumas versões do Mustang e a Ford, a príncípio, relutou em equipá-lo no Maverick, temerosa de que isto prejudicasse a sua imagem de carro mais compacto, barato e econômico. A Ford o anunciou como o veículo ideal para jovens casais, ou como segundo carro da casa. O estilo, com o formato fastback da carroceria, foi claramente copiado do Mustang, mas suavizado. O sucesso foi imediato e logo no primeiro ano foram vendidas 579.000 unidades uma marca melhor do que a do próprio Mustang.

Fonte:wikipedia